É a primeira vez que Portugal é representado naquele festival, considerado como um dos maiores eventos europeus da música clássica.
O Festival Internacional de Orquestras Juvenis congrega cerca de setenta orquestras de todo o mundo, num total de 1300 jovens músicos.
Na ocasião, a Momentum Perpetuum actua, ainda, nas cidades italianas de Florença, Montecatini e Peruggia e participa, a convite da Fundação William Walton, no Festival de Verão, que tem como palco a ilha de Ischia, ao largo de Nápoles.
Dia 25 de Julho, pouco antes da sua partida para Itália, a Momentum Perpetuum apresenta-se na Casa da Música, no Porto, para uma actuação ao ar livre, na praça fronteira ao edifício.
Constituída por cerca de oitenta jovens instrumentistas com idade compreendidas entre os 15 e os 25anos, provenientes de todos os pontos de Portugal, incluindo os arquipélagos da Madeira e Açores, a Orquestra Momentum Perpetuum foi fundada em 2006, como resultado da especial relação criada entre os jovens músicos e o maestro Martin André, que a dirige.
Desde então, a Orquestra tem somado êxitos perante as plateias do Europarque, Aula Magna, Centro de Artes e Espectáculos e Casa da Música.
Aqui, a Orquestra esgotou a bilheteira no seu mais recente concerto, facto apenas conseguido anteriormente por dois outros agrupamentos clássicos.
Anualmente, o agrupamento reúne-se por duas ou três vezes em diferentes cidades do país para um período intensivo de ensaios e concertos.
A direcção artística do projecto está a cargo do reputado maestro inglês Martin André.
Após concluir os seus estudos na Escola Yehudi Menuhin e na Universidade de Cambridge, Martin André afirmou-se no domínio operático, tendo já dirigido todas as grandes companhias de ópera britânicas.
Actualmente, o maestro divide a sua carreira profissional entre os teatros de ópera e as salas de concerto, apresentando-se regularmente à frente das mais prestigiadas orquestras europeias e americanas.”
Agência Lusa/RTP